EaD/UFMG
O Decreto 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, define a Educação a Distância (EAD) como:
"...forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação".
A Educação à Distância (EAD) é caracterizada pela separação física entre professores e alunos, pela utilização de alguma tecnologia para a mediação dos recursos didáticos e por características próprias do processo de ensino e aprendizagem. Apesar de já ser aplicada há muito tempo, a EAD ganhou, a partir da última década, novos enfoques com as possibilidades da utilização da Internet. No entanto, a aceitação da EAD, especialmente no Brasil, tem encontrado enormes barreiras para a sua efetivação, como um certo preconceito e a baixa credibilidade quanto à qualidade dos cursos oferecidos.
Freqüentemente a EAD tem sido considerada por muitos como uma maneira de se conseguir uma educação econômica, industrial e de massa, especialmente pela crença na possibilidade de que poucos professores possam atender a um grande número de alunos distantes fisicamente. As experiências mostram que a realidade não é bem essa. Não é verdade que os custos sejam menores e nem que a prática da EAD requeira menos trabalho por parte do professor. Por outro lado, o mito de que a EAD é uma educação de qualidade inferior pode ser refutado com diversos exemplos de resultados compatíveis com a da educação presencial. Dos professores, a EAD exige novas práticas pedagógicas e, dos estudantes, a EAD exige maior autonomia e responsabilidade sobre a sua própria formação. Neste sentido, o sucesso da EAD envolve ter estudantes cada vez mais auto-dirigidos e professores cada vez mais participantes e capazes de aproveitar ao máximo as novas tecnologias disponíveis.
Acreditamos que a utilização do potencial das novas tecnologias da informação e comunicação possa amenizar algumas barreiras da EAD como o isolamento e a conseqüente falta de motivação que costuma levar à evasão dos alunos. Porém, para que isso aconteça são necessários investimentos, especialmente na formação dos professores e na infra-estrutura de suporte. Mesmo para professores com larga experiência em ensino é preciso aprender a fazer a EAD, pois, ensinar e aprender à distância, não é o mesmo que ensinar e aprender presencialmente. Não basta ao professor adquirir as habilidades operacionais para a utilização da Internet e nem tão pouco transpor suas experiências da educação presencial para o espaço virtual. A EAD requer diferentes habilidades para a apresentação, o planejamento, o preparo de material, o desenvolvimento de atividades e a avaliação. Em especial, é necessário dominar o ambiente ou o sistema de comunicação utilizado para desenvolver projetos de EAD, de acordo com os princípios educacionais previamente definidos.
Vários graus de separação física entre estudantes e professores podem ser pensados na EAD, variando de um espectro de soluções semi-presenciais até totalmente à distância. A utilização dos recursos computacionais em rede no meio acadêmico ocorre em níveis diferenciados, indo da simples apresentação do programa de um curso à formação de comunidades virtuais de aprendizagem. Cada iniciativa nessa direção representa passos significativos e o professor poderá despertar para novas formas e possibilidades oferecidas em outros níveis de utilização. Para alcançar níveis mais elevados de eficiência e eficácia da EAD são fundamentais a troca de experiência e a busca de novas formas de aprendizagem, a partir do interesse e das necessidades de cada grupo.
O Decreto 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, define a Educação a Distância (EAD) como:
"...forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação".
A Educação à Distância (EAD) é caracterizada pela separação física entre professores e alunos, pela utilização de alguma tecnologia para a mediação dos recursos didáticos e por características próprias do processo de ensino e aprendizagem. Apesar de já ser aplicada há muito tempo, a EAD ganhou, a partir da última década, novos enfoques com as possibilidades da utilização da Internet. No entanto, a aceitação da EAD, especialmente no Brasil, tem encontrado enormes barreiras para a sua efetivação, como um certo preconceito e a baixa credibilidade quanto à qualidade dos cursos oferecidos.
Freqüentemente a EAD tem sido considerada por muitos como uma maneira de se conseguir uma educação econômica, industrial e de massa, especialmente pela crença na possibilidade de que poucos professores possam atender a um grande número de alunos distantes fisicamente. As experiências mostram que a realidade não é bem essa. Não é verdade que os custos sejam menores e nem que a prática da EAD requeira menos trabalho por parte do professor. Por outro lado, o mito de que a EAD é uma educação de qualidade inferior pode ser refutado com diversos exemplos de resultados compatíveis com a da educação presencial. Dos professores, a EAD exige novas práticas pedagógicas e, dos estudantes, a EAD exige maior autonomia e responsabilidade sobre a sua própria formação. Neste sentido, o sucesso da EAD envolve ter estudantes cada vez mais auto-dirigidos e professores cada vez mais participantes e capazes de aproveitar ao máximo as novas tecnologias disponíveis.
Acreditamos que a utilização do potencial das novas tecnologias da informação e comunicação possa amenizar algumas barreiras da EAD como o isolamento e a conseqüente falta de motivação que costuma levar à evasão dos alunos. Porém, para que isso aconteça são necessários investimentos, especialmente na formação dos professores e na infra-estrutura de suporte. Mesmo para professores com larga experiência em ensino é preciso aprender a fazer a EAD, pois, ensinar e aprender à distância, não é o mesmo que ensinar e aprender presencialmente. Não basta ao professor adquirir as habilidades operacionais para a utilização da Internet e nem tão pouco transpor suas experiências da educação presencial para o espaço virtual. A EAD requer diferentes habilidades para a apresentação, o planejamento, o preparo de material, o desenvolvimento de atividades e a avaliação. Em especial, é necessário dominar o ambiente ou o sistema de comunicação utilizado para desenvolver projetos de EAD, de acordo com os princípios educacionais previamente definidos.
Vários graus de separação física entre estudantes e professores podem ser pensados na EAD, variando de um espectro de soluções semi-presenciais até totalmente à distância. A utilização dos recursos computacionais em rede no meio acadêmico ocorre em níveis diferenciados, indo da simples apresentação do programa de um curso à formação de comunidades virtuais de aprendizagem. Cada iniciativa nessa direção representa passos significativos e o professor poderá despertar para novas formas e possibilidades oferecidas em outros níveis de utilização. Para alcançar níveis mais elevados de eficiência e eficácia da EAD são fundamentais a troca de experiência e a busca de novas formas de aprendizagem, a partir do interesse e das necessidades de cada grupo.
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